Somado ao resultado do evento de ontem (22/7), quando a venda de 337 motos gerou uma arrecadação de R$ 554.150, os cofres do Estado já ganharam mais de R$ 1 milhão nos dois primeiros dias do evento, que reuniu 900 participantes no auditório do depósito, na Rodovia Washington Luís, em Duque de Caxias, e outras 210 via internet.
Quem quiser comprar um veículo por um valor mais em conta ainda tem mais uma chance. Amanhã (24/7), durante o terceiro dia do leilão, cerca de 500 automóveis, vans e kombis estarão em oferta.
O leilão será, como nos dois dias anteriores, no auditório que fica no depósito da Rodovia Washington Luiz, 13.105, em Duque de Caxias, a partir das 10h. Boa parte dos 500 veículos que serão oferecidos está em bom estado de conservação. Muitos podem ser adquiridos por valores até 40% abaixo do mercado.
No leilão desta quinta-feira, a disputa pelas ofertas foi acirrada, com um total de 2.545 lances. Entre os 132 veículos arrematados, o Corcel 82 foi o de menor valor: R$ 50. A maior parte dos automóveis, vans e kombis arrematados apresentava bom estado de conservação e todos já estavam no depósito há mais de 90 dias — prazo mínimo legal para que os proprietários pudessem recuperá-los.
Com mais este leilão, o Detran dá um passo rumo à desocupação dos seus depósitos para que seja possível continuar promovendo operações de fiscalização de trânsito contra inadimplentes de IPVA e reforçar o respeito às regras de trânsito.
Depois de arrematar o veículo, o novo proprietário tem até 30 dias para retirá-lo do depósito. Antes, é preciso pagar taxas (Duda) pelo serviço que o Detran prestará para regularizar o veículo. Também é preciso arcar com o IPVA do ano corrente e a comissão do leiloeiro, que equivale a 5% do valor pago pelo veículo.
Ao arrematar um veículo no leilão, o novo proprietário não herda as dívidas referentes ao proprietário anterior. Se o valor do arremate for suficiente para pagar o IPVA, as multas, o serviço de reboque e as diárias do depósito, o saldo restante será entregue ao antigo proprietário. Mas se, ao contrário, o valor do arremate não cobrir todas as despesas, o antigo dono terá o nome incluído na dívida ativa do Estado.
Fonte: Secretaria de Comunicação Social do Estado do Rio







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