VAGAS DE

EMPREGO

Região Metropolitana do Rio tem elevação de pessoas ocupadas

A taxa de desocupação na região Metropolitana do Rio ficou em 6,3%, em junho, sem variação na comparação mensal com o ano passado (6,6%). No mesmo período, o contingente de pessoas ocupadas apresentou uma elevação de 1,3%, implicando o aumento de 68 mil pessoas nessa condição.

Os dados são do Observatório de Emprego e Renda, da Secretaria Estadual de Trabalho e Renda, baseados em informações da Pesquisa Mensal de Emprego, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE).

De acordo com o estudo, das 10.141 pessoas em idade economicamente ativa, na região Metropolitana do Rio, em junho, 50,1% encontravam-se ocupadas, 3,4% desocupadas e 46,6% não economicamente ativas.

Segundo o secretário estadual de Trabalho e Renda, Ronald Ázaro, um dos principais entraves para a queda da taxa de desocupação continua sendo a baixa escolaridade, associada à falta de mão-de-obra a qualificada.

- Embora a taxa de desocupação da região metropolitana do Rio seja a segunda menor do país, ainda contamos com um índice significativo de desemprego estrutural em nossas agências de Trabalho e Renda. Cerca de 20% das vagas não são ocupadas por carência de trabalhadores capacitados – observou Ázaro.

No que se refere aos grupamentos de atividades, a estabilidade foi verificada na comparação mensal e anual, sendo que apenas os serviços prestados a empresas e ao comércio tiveram dispensas no mês, respectivamente, 13 mil e 5 mil pessoas.

Os setores de Serviços de Alojamento, Transporte, Limpeza Urbana e Serviços Pessoais foi o que apresentou maior percentual de pessoas ocupadas (19,2%), seguido por Educação, Saúde, Serviços Sociais e Administração, 19%.

O rendimento médio real da população ocupada na região Metropolitana do Rio, estimado em R$ 1.306,40, caiu 1,3% no mês e 0,9%, na comparação com junho de 2008. Na análise mensal, apenas os trabalhadores por conta própria tiveram aumento do rendimento: crescimento de 4,4%.

Já em relação a junho de 2008, os empregados com carteira assinada no setor privado e os militares ou funcionários públicos estatutários registraram aumento do rendimento em 5,4% e 9,7%, respectivamente.

Fonte: Secretaria de Comunicação Social do Estado do Rio

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