- Quem se cadastra não são pessoas que estão entrando no mercado agora. Eles já trabalhavam na informalidade ou dentro de empresas pequenas, desenvolvendo atividades dentro de outros negócios – explicou Valéria.
De acordo com a secretária-geral da Jucerja, quanto mais empresas abertas, melhor para a economia, já que as firmas pagam imposto, empregam e ampliam a oferta de produtos e serviços à população.
- A dificuldade maior é mantê-las vivas. Os tributos são altos, e a legislação tem uma série de obrigações, mas o empreendedor individual tem tudo simplificado, então consegue diluir os gastos e deveres – disse Valéria.
O superintendente do Sebrae-RJ, Sergio Malta, aposta na redução da burocracia e no corte no ICMS para pequenas empresas como razões para o cenário favorável, já que em 2005, metade das empresas fechava em até três anos.
- No passado era mais difícil abrir e manter empresas. Agora, pequenos empresários e microempreendedores têm várias facilidades.
Em agosto, 6.108 empresas foram abertas no estado, 44% a mais do que em julho e 101% acima do registrado no mesmo mês de 2008. Este ano, o total de empresas constituídas já chega a 35.941 contra 28.351 no mesmo período do ano passado, incluindo empreendedores individuais.
Fonte: Secretaria de Comunicação Social do Estado do Rio
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