A Calper, por exemplo, está desembolsando R$ 20 milhões no Lumina Corporate, que será lançado no próximo dia 3 de março em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense. Com 70% das unidades já vendidas, o edifício tem 171 salas e 12 lojas.
- A procura foi muito grande, surpreendente. Pretendemos crescer 75% nos próximos dois anos. Queremos aumentar nosso faturamento anual em R$ 250 milhões – diz o sócio-diretor da Calper, Ricardo Ranauro, lembrando que, em 2009, a companhia lucrou R$ 150 milhões.
Além do Lumina Corporate, a Calper vai construir mais quatro empreendimentos no município da Baixada até 2012 e também tem planos para a Zona Oeste do Rio de Janeiro, com a construção de um complexo residencial no Recreio dos Bandeirantes, com cerca de mil unidades.
Para o executivo, projetos como o Complexo Petroquímico do Estado do Rio de Janeiro (Comperj), em Itaboraí, e a Companhia Siderúrgica do Atlântico (CSA), em Santa Cruz, serão grandes captadores de empreendimentos para o arco e para os municípios beneficiados por ele.
- Com essa estrada, o Porto de Itaguaí será revitalizado, servindo para escoar produtos dos estados do Rio, São Paulo e Minas. Diante deste cenário, Nova Iguaçu será um dos municípios com grandes investimentos nos próximos anos – acredita Ranauro.
Outro município a colher os frutos das obras do arco será Duque de Caxias, na Baixada Fluminense. A incorporadora NEP lançou um projeto pioneiro na região: o complexo hoteleiro e empresarial Supreme Caxias.
De acordo com o diretor de desenvolvimento da NEP, Cyro Fidalgo, a empresa escolheu Caxias como seu local de estreia por ser uma região estratégica, em crescimento e com um enorme potencial econômico já consolidado.
- A região abriga a Reduc, da Petrobras, maior unidade industrial da área do Grande Rio, além de empresas e indústrias. Caxias é o segundo maior PIB do estado e nosso foco será investidores com interesse no mercado imobiliário – explica Fidalgo.
Fonte: Secretaria de Imprensa do Rio de Janeiro







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