REGIÃO METROPOLITANA DO RIO CONTA COM 2,5 MIL BICICLETÁRIOS

Blog Carioca 17/03/2017 0

Mais de 5 mil vagas estão distribuídas por estações de metrô, trens e barcas

Com a maior malha cicloviária do país, o Estado do Rio registra aumento no número de pessoas que usam a bicicleta para se locomover diariamente. Há nove anos, o programa Rio – Estado da Bicicleta estimula o uso do meio de transporte através da implantação de infraestrutura cicloviária, da promoção de ações educacionais e de atividades culturais, sociais e esportivas.

Atualmente, há cerca de 2,5 mil bicicletários e mais de 5 mil vagas na Região Metropolitana, distribuídas por estações de metrô, trens e barcas, além de centros culturais. Com a inauguração da Linha 4 do Metrô, foram criadas mais 300 vagas nos acessos de passageiros de todas as estações (Jardim Oceânico, São Conrado, Antero de Quental, Jardim de Alah e Nossa Senhora da Paz).

– O programa busca contribuir para que a utilização da bicicleta propicie à população fluminense melhorias na sua mobilidade, na sua saúde e no ambiente de um modo geral, além dos benefícios sociais e econômicos inerentes. Adotando ações que promovem e estimulam o uso da bicicleta e, em conjunto com parceiros, temos conseguido avançar na utilização e conscientização desse importante e sustentável modo de transporte – disse coordenador do programa, Mauro Tavares.

De acordo com a ONG Transporte Ativo, o número de ciclistas nas ruas das cidades fluminenses dobrou em um período de cinco anos. Na capital, 43,5% novos usuários já aderiram às bicicletas. O município de Niterói teve o maior aumento do estado: 59,7%.

Benefícios

A ONG Transporte Ativo destaca que os benefícios do uso da bicicleta são inúmeros. Além de leve, econômica, ágil, saudável e silenciosa, ela permite maior fluidez do tráfego, favorecendo os transportes coletivos, segurança viária, autonomia, economia de tempo, baixo custo de aquisição e manutenção e emissão zero de poluentes atmosféricos.

A prática melhora a qualidade de vida, facilita o contato entre as pessoas e gera um clima de convivência, proporcionando a humanização do trânsito.

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